Mário Branco, diretor geral para o futebol do clube da Luz, encontra-se na cidade de Istambul, a capital da Turquia, para tentar selar aquele que poderá ser o regresso do português a Lisboa.

O regresso de Rafa Silva ao Benfica pode estrar mais perto de se concretizar. O jornalista turco Yagiz Sabuncuoglu, que colabora com o portal Sports Digitale e especializado em questões que estão relacionadas com o mercado de transferências, deu conta, esta segunda-feira, de novos desenvolvimentos neste processo.
Ao que tudo indica, Mário Branco, diretor geral para o futebol do clube da Luz, chegou esta segunda-feira à cidade Istambul, a capital da Turquia, para tentar selar aquele que poderá ser o regresso do português a Lisboa.
Nas últimas horas, foi noticiado que o Benfica já se mostrou na disposição para pagar cinco milhões de euros pelo seu antigo jogador, admitindo o acréscimo de mais dois milhões de euros caso consigam o apuramento para a Liga dos Campeões da próxima época.
Nos últimos dias, Aerdar Adali, presidente do Besiktas, revelou que tem em mãos uma proposta concreta por parte do Benfica tendo em vista a aquisição de Rafa Silva, jogador que entrou em ‘rota de colisão’ com o próprio clube, e que já não joga há mais de dois meses.
“Ainda que eu não queira dizer demasiado, o Rafa Silva está na lista de jogadores que irão sair. A nossa equipa técnica pediu reforços para a defesa. [Gabriel] Paulista] e [David] Jurásek saíram, criando esta necessidade, ainda que o desejo já existisse, antes de os jogadores terem saído”, começou por afirmar, em declarações reproduzidas pelo jornal turco Hurriyet.
“O Benfica fez uma proposta pelo Rafa Silva. Se nós recebermos uma proposta que nos agrade, o Rafa sairá e jogará no Benfica, mas, a não ser que cheguemos a esse nível, ficará por cá. Não é assim tão importante para nós, iremos pagar o salário dele. Ele irá ficar e continuar a sua vida, como jogador do Besiktas”, acrescentou.
Rafa Silva, recorde-se, chegou ao Benfica no verão de 2016, proveniente do Sporting de Braga, a troco de uma verba na ordem dos 16 milhões de euros, naquela que, na altura, foi a mais elevada transferência alguma vez efetuada entre clubes portugueses, tendo acabado por permanecer na Luz até 2024.
No espaço de oito anos, tornou-se numa das principais referências dos encarnados, disputando 326 jogos oficiais, os quais fez acompanhar de 94 golos e 67 assistências. No entanto, acabou por optar por não aceitar renovar o contrato que unia ambas as partes, pelo que partiu rumo ao Besiktas, a ‘custo zero’.
O avançado de 32 anos de idade já terá mesmo alcançado um entendimento com a direção liderada por Rui Costa, pelo que, neste momento, aguarda apenas por um acordo com o atual clube, de forma a que lhe seja dada ‘luz verde’ para seguir viagem rumo a Portugal e assinar um vínculo válido por duas temporadas e meia.
O avançado de 32 anos de idade já terá mesmo alcançado um entendimento com a direção liderada por Rui Costa, pelo que, neste momento, aguarda apenas por um acordo com o atual clube, de forma a que lhe seja dada ‘luz verde’ para seguir viagem rumo a Portugal e assinar um vínculo válido por duas temporadas e meia.
André Luiz mantém-se na lista, mas não está sozinho
O Benfica não pretende, no entanto, ficar por aqui. Em paralelo à aquisição de Rafa Silva, está a ser trabalhada a de um extremo, sendo que o nome que mais agrada à estrutura do futebol é o de André Luiz, que tem vindo a motivar uma autêntica ‘maratona’ de negociações com a direção do Rio Ave.
O proprietário, o empresário grego Evangelo Marinakis (que também detém o Olympiacos, outro dos clubes interessados no brasileiro), insiste que só negoceia por valores próximos dos 20 milhões de euros, isto é, da cláusula de rescisão. Um valor que os encarnados continuam a tentar reduzir significativamente.
Wesley, companheiro de equipa de Cristiano Ronaldo e João Félix, no Al Nassr, é uma das alternativas em cima da mesa. Outra é Anis Hadj Moussa, uma das ‘paixões de verão’ não concretizadas das águias, que acabou, entretanto, por renovar o contrato que mantém com o Feyenoord, até junho de 2030.
Lorenzo Lucca ainda não está descartado
Outro dossiê em aberto diz respeito ao recrutamento de um ponta de lança que seja capaz de oferecer outras caraterísticas ao plantel, em relação ao habitual titular, Vangelis Pavlidis, cuja titularidade não está em causa, sobretudo, numa temporada na qual leva já 24 golos (e três assistências) ao cabo de 34 jogos oficiais.

Lorenzo Lucca, jogador emprestado pela Udinese ao Napoli, permanece no topo das preferências, mas esta é uma operação que não se afigura de simples concretização, sobretudo, após a entrada em cena do Nottingham Forest, que estará na disposição de pagar dois milhões de euros por uma cedência, num negócio que contemplaria uma cláusula de opção de compra no valor de 35 milhões de euros.

RCP NEWS
BY; JOAO CONCEICAO
