Jornal britânico The Sun coloca Ruben Amorim (que foi demitido do leme do Manchester United há pouco mais de dois meses) como um potencial sucessor de Igor Tudor, no Tottenham.
Igor Tudor pode ter os ‘dias contados’ no comando técnico do Tottenham, apenas um mês depois de ter sido contratado para assumir o cargo até ao final da presente temporada de 2025/26, na sequência da demissão de Thomas Frank, que não conseguiu cumprir com as expetativas que recaiam sobre si.
O antigo internacional croata soma quatro derrotas ao cabo de outros tantos jogos disputados em todas as competições, desde que assumiu o cargo, o último dos quais perante o Atlético de Madrid, na deslocação ao Estadio Civitas Metropolitano, por categóricos 5-2, que deixa a equipa à beira da eliminação dos oitavos de final da Liga dos Campeões.
Uma partida que ficou marcada por um arranque, verdadeiramente, para esquecer, particularmente, para Antonín Kinsky, que já não jogava desde outubro de 2025 e foi (surpreendentemente) aposta a titular… antes de ser substituído, aos 17 minutos, por Guglielmo Vicario, depois de ter sofrido três golos ‘de rajada’.
A continuidade do treinador de 47 anos de idade está, ao que tudo indica, ‘por um fio’, de tal maneira que, esta quarta-feira, o jornal britânico The Sun publica um artigo no qual elenca sete potenciais sucessores, entre eles… Ruben Amorim, português que foi demitido pelo Manchester United, há pouco mais de dois meses.
“O antigo treinador do Manchester United é um nome de esquerda que tem vindo a ganhar força, nas ‘odds’ das apostas. Amorim, de 41 anos de idade, está desempregado, depois de ter sido despedido pelos red devils, em janeiro, na sequência de um desaguisado com Jason Wilcox”, pode ler-se.
“Acredita-se que o português foi do interesse dos spurs, em 2023, quando estes contrataram Ange Postecoglou, mas os adeptos ficariam, certamente, desanimados se o clube se virasse para o homem que Postecoglou acabou por derrotar, na final da Liga Europa da última temporada”, acrescenta.
Os seis outros nomes apontados ao cargo de timoneiro da formação londrina são Sean Dyche, Ryan Mason, Roberto de Zerbi, Robbie Keane, Harry Redknapp e Mauricio Pochettino, todos eles livres de contrato (tal como o ex-Sporting), com exceção deste último, que se mantém no comando da principal seleção dos Estados Unidos da América.
As explicações de Igor Tudor
Na conferência de imprensa que se seguiu ao apito final, Igor Tudor aproveitou para explicar as opções que tomou, desde logo, a de entregar a guarda da baliza a Antonín Kinsky: “Antes do jogo, era a decisão certa. Estando com pressão sobre Vicario, o Toni é um guarda-redes muito bom. Depois disto, é fácil dizer que não foi a decisão certa”.
“Aquilo que aconteceu [substituição de Kinsky por Vicario] é muito raro. Eu sou treinador há 15 anos. Nunca tinha feito isto. Era necessário preservar o rapaz e preservar a equipa. É uma situação incrível, não tenho nada a comentar”, começou por afirmar, em declarações reproduzidas pelo portal Goal.
“Ele é o tipo certo e um bom guarda-redes. infelizmente, isto aconteceu neste grande jogo. Estes erros… Ele lamentou. A equipa está com ele, e eu também. Já falei com ele. Ele percebe o momento e percebe por que teve de sair. Tal como disse, ele é um guarda-redes muito bom. Nós estamos com ele, estamos todos juntos”, rematou.
RCP News
by Priscila Thomas

