Istambul, Turquia, 27 jan 2025 (Lusa) – O ministro da Defesa Nacional lamentou hoje a morte de um jovem militar após um incidente ocorrido durante a frequência do Curso de Operações Especiais, em Lamego, afirmando que “tudo será apurado”.

“Temos que lamentar esta fatalidade, que acontece numa ação de formação de um jovem. Não há nada que substitua uma vida, não há nada que se possa fazer para substituir essa vida e eu aproveito a oportunidade para apresentar à família, em nome da Defesa Nacional, sentimentos que são muito sinceros”, afirmou Nuno Melo, em declarações aos jornalistas à chegada a Istambul, na Turquia, onde se desloca esta semana para visitas no âmbito de investimentos das indústrias de Defesa.
O alferes de Infantaria João Cardoso, dado como desaparecido desde segunda-feira à noite, na sequência de um incidente durante a frequência do curso de Operações Especiais, no rio Balsemão, em Lamego, foi encontrado morto às 08:50 de hoje, anunciou o Exército.

O governante realçou que o Exército abriu um processo de averiguações “e tudo será apurado”, além do apoio prestado à família.
O alferes de Infantaria João Cardoso, dado como desaparecido desde segunda-feira à noite, na sequência de um incidente durante a frequência do curso de Operações Especiais, no rio Balsemão, em Lamego, foi encontrado morto às 08:50 de hoje, anunciou o Exército.
Aquele ramo militar determinou a abertura de um processo de averiguações interno e informou a Polícia Judiciária Militar.
Hoje, o Bloco de Esquerda pediu ao Ministério da Defesa mais esclarecimentos sobre as circunstâncias desta morte, considerando que “perante a gravidade dos factos, e a reincidência de incidentes fatais em contextos de instrução militar, torna-se imperativo o escrutínio público sobre o cumprimento dos protocolos de segurança e a gestão de risco em condições meteorológicas extremas”.

Aquele ramo militar determinou a abertura de um processo de averiguações interno e informou a Polícia Judiciária Militar.

Hoje, o Bloco de Esquerda pediu ao Ministério da Defesa mais esclarecimentos sobre as circunstâncias desta morte, considerando que “perante a gravidade dos factos, e a reincidência de incidentes fatais em contextos de instrução militar, torna-se imperativo o escrutínio público sobre o cumprimento dos protocolos de segurança e a gestão de risco em condições meteorológicas extremas”.
Militar que morreu em Lamego tinha 23 anos e era de Mafra. O que se sabe?
O militar do Exército Português que morreu no Rio Balsemão, em Lamego, num “incidente” durante o Curso de Operações Especiais é um jovem de 23 anos. O caso está a ser investigado.
militar do Exército Português que morreu na sequência de um incidente durante a frequência do Curso de Operações Especiais, no Rio Balsemão, em Lamego, é um jovem de 23 anos.
Segundo apurou o Notícias ao Minuto, João Rafael Paulino dos Santos Cardoso nasceu a 5 de setembro de 2002.
O militar, natural de Mafra, jogou andebol no Clube Desportivo de Mafra entre 2016 e 2020.
Um despacho de 1 de outubro de 2025, publicado em Diário da República a 20 de outubro de 2025, indica que João Rafael Paulino dos Santos Cardoso integrava os Quadros Permanentes do Exército Português, na categoria de Oficiais.
Esta terça-feira, o Exército Português anunciou a morte do “Alferes de Infantaria João Rafael Paulino dos Santos Cardoso, natural de Mafra, que se encontrava por localizar desde ontem à noite, na sequência de um incidente ocorrido durante a frequência do Curso de Operações Especiais, no rio Balsemão, na região de Penude, Lamego”.
Aberto “processo de averiguações para apurar circunstâncias” do incidente
O Exército abriu “um processo de averiguações para apurar todas as circunstâncias do ocorrido, em articulação com as autoridades competentes”.
A Polícia Judiciária Militar já foi informada e “foram ativados os mecanismos de apoio à família do militar, incluindo acompanhamento psicológico”.
“O Exército lamenta profundamente o sucedido e apresenta sentidas condolências à família, amigos e camaradas do militar”, indicou a nota, que frisava que “o Exército prestará informação adicional logo que existam factos novos confirmados, salvaguardando a privacidade da família e a proteção de informação operacional”.
Esta manhã, o Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Douro tinha indicado ao que um homem tinha desaparecido, na noite de segunda-feira, no Rio Balsemão, no concelho de Lamego.
O alerta foi dado pelas 23h39 de segunda-feira e, segundo a Proteção Civil, “tudo indica que terá havido um movimento de massas”.
As buscas foram realizadas por 31 operacionais, apoiados por 11 veículos, incluindo os bombeiros locais, a Guarda Nacional Republicana (GNR) e o Serviço Municipal de Proteção Civil.
Marcelo lamenta morte e envia mensagem de condolências à família
O Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas, Marcelo Rebelo de Sousa, manifestou o “seu pesar pela morte do Alferes de Infantaria João Rafael Paulino dos Santos Cardoso que se encontrava a frequentar o Curso de Operações Especiais”.
De acordo com uma nota publicada no site da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa “acompanhou, desde o primeiro momento, o incidente, estando em contacto direto com o General Chefe do Estado-Maior do Exército”.
“O Presidente da República apresenta as mais sentidas condolências aos familiares, amigos e camaradas e expressa a sua profunda solidariedade”, acrescenta.
Militar morre durante Curso de Operações no Rio Balsemão em Lamego
Um militar morreu num incidente ocorrido durante a frequência do Curso de Operações Especiais, no Rio Balsemão, na região de Penude, em Lamego. O alerta foi dado durante a noite de segunda-feira e o corpo encontrado esta manhã.
“O Exército Português comunica o falecimento do Alferes de Infantaria João Rafael Paulino dos Santos Cardoso, natural de Mafra, que se encontrava por localizar desde ontem à noite, na sequência de um incidente ocorrido durante a frequência do Curso de Operações Especiais, no rio Balsemão, na região de Penude, Lamego”, lê-se num comunicado enviado às redações.
Segundo a nota, o Exército abriu “um processo de averiguações para apurar todas as circunstâncias do ocorrido, em articulação com as autoridades competentes”
A Polícia Judiciária Militar já foi informada e “foram ativados os mecanismos de apoio à família do militar, incluindo acompanhamento psicológico”.
“O Exército lamenta profundamente o sucedido e apresenta sentidas condolências à família, amigos e camaradas do militar”, lê-se no comunicado, que frisa que “o Exército prestará informação adicional logo que existam factos novos confirmados, salvaguardando a privacidade da família e a proteção de informação operacional”.
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Esta manhã, o Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Douro tinha indicado ao Notícias ao Minuto que um homem tinha desaparecido, na noite de segunda-feira, no Rio Balsemão, no concelho de Lamego.
O alerta foi dado pelas 23h39 de segunda-feira e, segundo a Proteção Civil, “tudo indica que terá havido um movimento de massas”.
As buscas foram realizadas por 31 operacionais, apoiados por 11 veículos, incluindo os bombeiros locais, a Guarda Nacional Republicana (GNR) e o Serviço Municipal de Proteção Civil.

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