Subiu para 116 o número de portugueses e lusodescendentes que morreram na sequência dos sismos que abalaram a Venezuela. O mais recente balanço do Ministério da Administração Interna dá ainda conta de que se tratam de 22 crianças e 94 adultos.

Subiu para 116 o número de portugueses e lusodescendentes mortos na sequência dos sismos que assolaram a Venezuela, de acordo com o mais recente balanço do Ministério da Administração Interna, revelado na noite desta segunda-feira. Tratam-se de 22 crianças e 94 adultos.
Deste total de vítimas mortais, “99 tinham também a nacionalidade venezuelana.”
De recordar que o número de mortos pelo duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho ultrapassou os 4.500, segundo os mais recentes dados oficiais divulgados hoje pelas autoridades venezuelanas.
De acordo com o relatório oficial divulgado na rede social Telegram pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, o número de mortos é agora de 4.561, mantendo-se o número de feridos inalterado em 16.740.
O anterior número de mortos, segundo o balanço de domingo, era de 4.490.
Recorde-se que os sismos, de magnitudes 7,2 e 7,5, ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.
Mais de 20.200 pessoas estão sem casa e a viver em abrigos improvisados.
Equipas de resgate venezuelanas e estrangeiras continuam a tentar recuperar corpos soterrados sob os escombros. De acordo com o Governo, mais de 850 edifícios foram afetados e 190 ruíram por completo.
O número de mortos pelo duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho ultrapassou os 4.500, segundo os mais recentes dados oficiais divulgados hoje pelas autoridades venezuelanas.

De acordo com o relatório oficial divulgado na rede social Telegram pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, o número de mortos é agora de 4.561, mantendo-se o número de feridos inalterado em 16.740.
O anterior número de mortos, segundo o balanço de domingo, era de 4.490.
Destes, 114 mortos são cidadãos portugueses e lusodescendentes, havendo ainda 54 desaparecidos, segundo dados do Ministério dos Negócios Estrangeiros português divulgados no domingo.
As autoridades não referiram o número total de desaparecidos. A ONU estimou que este número poderia chegar aos 50.000, dois dias após o desastre. Algumas projeções sugerem um número mais próximo de 10.000, noticiou a agência France-Presse (AFP).
Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.
Mais de 20.200 pessoas estão sem casa e a viver nestes abrigos improvisados, segundo o relatório oficial.
Equipas de resgate venezuelanas e estrangeiras continuam a tentar recuperar corpos soterrados sob os escombros.
De acordo com o Governo, mais de 850 edifícios foram afetados e 190 ruíram por completo.

RCP NEWS
BY: João Conceição
